19 janeiro 2016

Vida - Descoberta da Gravidez



Oi gente, 

Hoje o post é cheio de amor. A leitora e blogueira Suzy Rhoden, compartilha seu relato de descoberta da gravidez até o momento do parto lindo e super aguardado. O presente mais lindo que se pode ganhar veio em clima natalino. Suzy ganhou seu quarto filhote, escreve em um blog lindo que leva o nome dela, e nos encanta com o amor de uma família incrível. 

Espero que aproveitem e se deliciem com mais esse relato da nossa série. 

xoxo.



Quem tem filhos pequenos em casa sabe o quanto a chegada de dezembro é comemorada. Da montagem dos pinheirinhos a troca de presentes na noite de Natal, tudo é festa, tudo é espera, tudo é expectativa.


Foi assim para nossa família no ano que passou. Com um pequeno diferencial: nosso dezembro começou em abril, no dia 20.  Naquela segunda-feira, nos foi anunciado, com quase 9 meses de antecedência, o melhor presente de Natal de todos os tempos, e passamos a viver para recebê-lo.

O anúncio veio em sonho: “Você está grávida”. Assim mesmo, sem rodeios. Sem que eu fosse preparada para o que iria ouvir – não havia tal necessidade. No sonho, me foi concedido o privilégio de ver a mim mesma e acompanhar as expressões em meu rosto, conforme entendia as mudanças que viveria a partir de então.

A primeira reação foi de surpresa: boca aberta em O e olhos arregalados, tentando assimilar a novidade. Estava a caminho meu quarto filho, e isso era incrível! De imediato, veio a mente minha idade atual – mais pra lá do que pra cá rsrsrs – e meu trabalho. Seria um bom momento para engravidar?!

Nada falei, mas aquele que me trazia a boa nova leu meus pensamentos e respondeu: “Este é o tempo e está tudo preparado”. Tais palavras preencheram minha alma, pois entendi que estava sendo abençoada com o presente mais valioso que se poderia dar a alguém, e quem o dava a mim era o próprio Pai Celestial! Vi meu rosto transformar-se de surpreso em exultante, transbordando felicidade e gratidão. Aceitei meu bebê 4 de todo coração.

Ainda no sonho, fiz as contas e concluí que o bebê nasceria em dezembro, próximo ao Natal. Também observei que permaneceria em licença maternidade até metade do ano seguinte, e que seria maravilhoso passar esse período em tempo integral com minhas crianças, incluindo as férias escolares do trio. De fato, era o momento certo e tudo estava preparado.

Acordei grávida. Não precisava de qualquer exame, sabia. Sentia. No final daquela semana, começaram os enjoos. Na segunda-feira seguinte, uma semana depois do sonho, providenciamos o teste de farmácia – apenas para confirmação. Lá estava nosso presente de Natal, reafirmado em dois risquinhos.

Reunimos o trio para contar a novidade. A reação foi semelhante a de  torcida organizada em final de campeonato, face a certeza de seu time campeão. Pulavam, vibravam e comemoravam a vinda de mais um irmão. Para Sofia, era a oportunidade de passar o bastão de caçula e tornar-se irmã mais velha, posto que sempre almejou. Para Gabriel, chegava o terceiro dos dez irmãos que tanto nos pediu (rsrsrs). Para Arthur,  estava a caminho a possibilidade de dedicar a alguém totalmente dependente o amor que lhe sobrava no coração.

Não houve para nós qualquer desconforto em relação a vinda de mais um bebê. Curiosamente, as pessoas a nossa volta é que se sentiam desconfortáveis por nós! Taxados de corajosos por uns, de loucos por outros, levamos todos os palpites numa boa, com o melhor dos humores. Especializei-me, por exemplo, em responder a pergunta: “É o último, né?” com a afirmação: “Sim, é o último. Deste ano. Para ano que vem, ainda vamos deliberar” rsrs.

O problema não é o palpite NÃO solicitado das pessoas, mas a projeção de seus valores pessoais sobre os nossos. Maioria demonstra preocupação com patrimônio e esse seria SEU motivo para trazer poucos filhos ao mundo. Contudo, não é motivo plausível para nós, que encontramos alegria genuína no meio desta filharada e, modéstia a parte, nos esforçamos para criá-los  com amor e em retidão. Acúmulo de bens materiais jamais seria motivo para limitarmos o número de filhos que teremos, pois praticamos o desapego e vivemos bem com pouco.

O susto alheio já não nos incomoda. Provavelmente, até a chegada do bebê 10, as pessoas assimilem que amamos cheirinho de neném em casa,  damos conta de acordar várias vezes na madrugada e, para nossos dias futuros, ao invés de contar imóveis, sonhamos contar netos e bisnetos em volta da mesa, nos almoços de família. Eis o que consideramos tesouro e onde está nosso coração.

Assim, o anúncio de um  neném a caminho foi motivo de  festa e encantamento para todos nós. Sabíamos que seria uma gestação especial, acompanhada desde o princípio por simbologias: nosso bebê do Natal nos foi anunciado, ele nos visitou diversas vezes em sonhos. Além disso, a data provável de sua chegada coincidia exatamente com a Noite Santa, quando o mundo celebrava o nascimento do Salvador Jesus Cristo. Que alegria, que honra para nós!

De fato, os primeiros sinais de nascimento de nosso filho vieram no dia 24/12/2015 e se estenderam ao longo da noite de Natal, motivo pelo qual acrescentamos o nome Emanuel, que significa Deus Conosco, ao primeiro nome, Felipe, escolhido em consenso pelo trio de irmãos. Sem qualquer dúvida, um dos pontos mais marcantes  do nascimento de Felipe Emanuel foi a sensação de meu Pai Celestial comigo todo o tempo, me fortalecendo para que trouxesse lindamente meu filho ao mundo.

Em 27/12/2015, chegou o tão amado bebê do Natal. O menininho anunciado. O presente embrulhado em laços infinitos de amor.

2 comentários:

  1. Que lindo!!! Edificante para mim que estou na mesma situação que a Suzi no início do relato! Esperando meu 4º! Obrigada por compartilhar essas palavras tão cheias de significado!

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    Respostas
    1. Que bom Roberta! Espero que tenha um parto maravilhoso e uma ótima gravidez! Fica conferindo que teremos mais sobre essa história tão inspiradora. Beijos!

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